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NEGOCIAÇÕES SEMIÓSICO-TECNOLÓGICAS DA INFORMAÇÃO: A VEZ DA PRAGMÁTICA
Maria Nélida Nelida González de Gomez

Última alteração: 2019-10-11

Resumo


Ranganathan e Carnap tiveram que adequar seus instrumentos conceituais e seus modelos operacionais às possibilidades e constrangimentos simbólicos e materiais de seus espaços de ação. Hoje, observamos novas preocupações acerca da dimensão pragmática da linguagem humana, que já fora um incômodo problema para alguns de nossos mais lúcidos antecessores, associada agora às potentes máquinas semióticas. Caberia perguntar, agora, de qual pragmática se fala? Que relações estabelecem os signos, com ações e significados? Se há mais de uma abordagem pragmática, qual deveríamos ou poderíamos querer? Para decidir, o que devemos saber? O objetivo deste trabalho é assim descrever e analisar algumas das concepções que têm como referências relações da informação e das tecnologias de informação com os processos de semiose, a fim de entender o que muda quando a definição da semiose é negociada na perspectiva da sintaxe, da semântica ou da pragmática.  Trata-se de um estudo meta-teórico, na perspectiva da epistemologia social e histórica, que trabalha com uma seleção representativa de autores e abordagens relevantes para as questões discutidas. Entendendo que se trata de uma nova fase dos diálogos cruzados da Pragmática com  as tecnologias da informação, consideramos importante incluir em suas linhas investigativas as perspectivas e interesses da  Ciência da Informação.


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